Olá, meus queridos e minhas queridas!

Como está a preparação para os concursos?

Já entramos no segundo bimestre do ano, hein!

Você que já está neste caminho há um tempo com certeza percebeu que em quase todos os certames caem Direito Administrativo e Direito Constitucional, não é mesmo?

Aliás, é importante lembrar que estamos falando da segunda e terceira disciplinas, respectivamente, mais cobradas em concursos.

Para os exames que exigem nível médio, a maioria das bancas coloca assim nos seus editais: noções básicas de Direito Administrativo e Constitucional.

Mas a gente sabe que não é bem assim, né.

Na verdade, não tem nada de noções aí rsrsrs.

A verdade é que cobram praticamente todo o conteúdo dessas disciplinas.

E você precisa estar pronto para não ser surpreendido na hora da prova.

Afinal, depois de Língua Portuguesa (a disciplina mais cobrada), essas duas matérias têm sido o diferencial na hora da aprovação para muitos estudantes.

Então, no artigo de hoje, eu quero apresentar pra você 6 dicas para aprender Administrativo e Constitucional imediatamente e ser capaz de gabaritar qualquer questão.

Preparado?

Então vamos começar!

1 – Defina o conteúdo programático

Antes de começar, de fato, a “pôr a mão na massa”, você precisa saber o que vai estudar.

E para isso tem que analisar o edital do concurso.

Tem muito concursando que não dá o devido valor a esse documento, faz uma leitura superficial, não vê todos os detalhes.

Ora, o edital contém as regras do “jogo” que você vai “jogar”, então a primeira coisa é se inteirar de tudo que pode e principalmente o que não pode fazer.

Bom, mas se o caso é que você ainda não definiu exatamente o certame para o qual vai se dedicar, ou se você já sabe, mas o edital ainda não saiu, e é claro que você não vai ficar esperando para começar a se preparar, pode fazer o seguinte:

Pegue 5 editais representativos do nicho de concurso que você escolheu e descubra os tópicos cobrados.

Você vai perceber que muitas bancas cobram exatamente o mesmo conteúdo. Até a maneira como esses tópicos são colocados no edital é igual. É praticamente um “copia e cola” entre elas. rsrs

Bom, mas isso não quer dizer que o que constará na prova será exatamente tudo aquilo que o edital traz.

A partir daí você vai precisar fazer uma outra análise, agora, com relação às provas cobradas de acordo com esse conteúdo programático.

Isso é importante para você ter em mente o que, dentro de todo aquele vasto material, definitivamente, é perguntado nos certames.

Meus caros, a verdade é que as bancas não cobram tudo que está no edital, isso é impossível!

Elas colocam tudo o que pode estar presente, mas é óbvio que a maioria daqueles tópicos não será cobrada na sua prova de Direito Administrativo e Constitucional.

Afinal, há um número determinado de questões e também outras disciplinas que fazem parte do concurso.

Então você tem que direcionar os seus estudos para aquilo que efetivamente cai.

Assim, além de se preparar melhor, você otimiza seu tempo para estudar todas as outras matérias.

E como você consegue então “descobrir” o que a banca pode te cobrar?

Revendo as últimas provas e anotando quais assuntos foram abordados.

A partir daí é montar seu estudo focado nestes temas.

É claro que você não vai deixar de lado o restante do conteúdo.

O que você vai fazer é priorizar o que tem mais chances de ser questionado.

2 – Escolha um bom curso com vídeoaulas

Para quem vai ter o primeiro contato com a matéria, a ajuda do professor é essencial para a exata compreensão e memorização do assunto a ser estudado.

Isso porque é mais difícil você entender sozinho um conteúdo com o qual não está acostumado.

É como aprender a dirigir.

Você não precisou, primeiramente, que alguém te mostrasse como é o funcionamento do carro, como usar os pedais e as regras de trânsito para que depois você pudesse fazer isso sozinho?

Pois bem, aprender uma matéria nova é assim também.

Em toda disciplina existem nuances que para quem não é da área podem significar grandes dificuldades de início.

Isso sem contar que o professor já está acostumado à maneira como os examinadores cobram o conteúdo.

Muitas vezes, um mesmo assunto pode implicar diferentes abordagens e aspectos que você talvez sem esse acompanhamento não enxergasse ou demorasse muito para perceber.

Há na doutrina diversos sinônimos e as bancas gostam de usar isso para confundir o aluno.

Além do mais, existem doutrinadores que muitas vezes não comungam do mesmo pensamento.

E uma banca prefere uma doutrina, outra segue determinado pensador, e às vezes até esse entendimento você tem que ter para poder direcionar o seu estudo e acertar a questão na hora da prova.

Ufa! Parece complicado, né?

Mas depois de conseguir uma boa base você vai perceber que não precisará adquirir outros cursos e ter um excesso de material.

O conteúdo cobrado não muda como em informática, por exemplo, que sempre tem uma versão nova para estudar, não é? rsrs

Claro, você terá que ficar atento quando houver alterações na lei para não estudar aquilo que está desatualizado.

Mas fora isso, com o tempo, a matéria já estará solidificada no seu cérebro.

A partir daí você terá que fazer muitos exercícios para manter o que aprendeu.

E quando precisar rever algum conteúdo porque você esqueceu ou acabou errando a questão, pode procurar vídeos na internet para dar aquela revisada.

O Youtube está cheio de material bom e gratuito, tanto sobre Direito Administrativo quanto Direito Constitucional.

Apenas atente-se para assistir às aulas de professores renomados para que você não tenha problemas.

Falando nisso, você já está inscrito no meu canal no Youtube?

Toda semana tem vídeo novo.

São dicas de Direito Administrativo e Constitucional, vídeos motivacionais, orientações de estudo e muito mais.

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Ah! Não se esqueça também de clicar no “sininho”, que fica ao lado do botão de inscrição, para que você sempre seja notificado em tempo real quando eu publicar um vídeo novo.

 

3 – Tenha um bom livro em mãos

Sim, mesmo com as videoaulas é bom você ter um livro para te ajudar nesta empreitada.

É que por mais que o professor do cursinho seja bom, ele nunca será capaz de entregar absolutamente todo o conteúdo dentro do tempo que é destinado ao curso.

Assim, é essencial buscar aprofundamento teórico também com a leitura de livros.

Lógico que você não precisa sair por aí comprando tudo quanto é livro.

É preciso selecionar algum, assim como em relação ao cursinho.

Uma maneira de fazer isso é pesquisar livros que outros colegas que estejam estudando para o mesmo concurso que o seu utilizam.

É interessante trocar ideias com outras pessoas porque há materiais que são direcionados para uma banca específica, doutrina ou assunto.

Para um determinado concurso, certo livro pode ser insuficiente ou aprofundar mais do que você precisa.

Então é preciso ter essa dosagem para escolher o produto certo.

Se você não tem nenhum amigo próximo fazendo concurso pode procurar os fóruns de estudos na internet e conseguir boas dicas de bibliografia com concurseiros experientes.

Antes de bater o martelo no livro que vai adquirir, tente “experimentá-lo”.

Várias editoras disponibilizam parte da obra gratuitamente, em PDF, para que as pessoas possam conhecer um pouco do material.

Veja se é mesmo aquilo que você está buscando, se a maneira como o conteúdo é abordado te agrada, se consegue entender o que está lendo.

Ah! E procure por livros voltados para concursos públicos, vai facilitar os seus estudos.

Isso porque os autores sabem qual é o posicionamento dos tribunais, o posicionamento das bancas, além de indicar os entendimentos dos principais doutrinadores.

Além disso, muitos desses livros apresentam o conteúdo de forma mais objetiva, com quadros-resumo ou esquemas mentais e ainda questões de toda a matéria abordada, o que é excelente para você treinar e verificar seu aprendizado.

E se você quer gabaritar Direito Administrativo, mantenha-se atualizado estudando pela edição 2018 do meu livro “Curso de Direito Administrativo”. Para adquirir o seu, clique aqui.

4 – Faça a leitura atenta da “lei seca”

Algumas bancas gostam de cobrar nas suas questões de prova exatamente o que versa o texto literal das normas (Constituição, leis, decretos, etc).

Portanto, é sempre bom ter a letra literal da lei e fazer uma leitura regular e atenta.

A repetição contínua vai te ajudar nesse processo de memorização.

Leia várias vezes os mesmos dispositivos até que eles estejam armazenados no seu cérebro.

Ok, ok, eu sei que estudar a lei seca é muito chato.

Mas pode fazer toda a diferença, então encare o desafio!

Todo conhecimento na área de Direito vem da lei seca, então você não pode deixá-la de lado.

Só não estude as leis isoladas da doutrina ou jurisprudência, se não tiver uma boa base do conteúdo.

Isso porque você provavelmente terá dificuldades em alguns casos para entender o que nossos legisladores quiseram dizer.

Novamente, não se esqueça de ler o edital!

Há concursos que não pedem toda a lei, mas partes dela, então você vai ler apenas aquilo que está sendo cobrado para não perder tempo.

Outro ponto importante que você deve estar atento: algumas leis sofrem alterações, são revogadas, entram outras no lugar.

Cuidado para consultar material em sites confiáveis, como o do Planalto, por exemplo, onde você pode acessar o texto compilado, que mostra exatamente o que está em vigor.

As bancas gostam de cobrar o que é novidade para tentar pegar o concurseiro que não está antenado.

5 – Faça esquemas mentais do conteúdo

Você já assistiu a todas as videoaulas do cursinho, leu o livro que você escolheu, fez a leitura da lei seca…

Puxa, é muito conteúdo, não é mesmo?

E como fazer para armazenar tudo isso?

É aí que entram os esquemas mentais.

Porque de nada adianta ler páginas e páginas de livros sem levar as informações principais para um esquema que facilite a memorização do conteúdo estudado.

Mas professor, o que é um esquema mental?

É uma técnica de estudo para ajudar a não esquecer o conteúdo e dar aquela mãozinha na hora de fazer a revisão às vésperas da prova.

Com tanta matéria não dá para querer estudar tudo de novo na semana do certame.

Funciona assim:

Primeiro você vai escolher um tema, ler o material e grifar as partes mais importantes, identificando palavras-chave.

Depois disso vai pegar um papel em branco (de preferência na horizontal, no modo “paisagem”) e colocar no centro, em destaque, o assunto sobre o qual você vai desenvolver o esquema mental.

A partir disso coloque outras informações relacionadas a esse tema criando ramificações e sub-tópicos.

Para esta etapa você pode fazer um desenho ou escrever palavras-chave.

Faça isso com cada tópico que você julgar importante.

Use canetas coloridas, figuras e tudo que puder para destacar aquilo que você quer, como nomes, datas, valores.

Isso vai ajudar a chamar a atenção para o conteúdo quando você for estudar por este material.

Só não abuse para ficar algo exagerado e acabar te atrapalhando.

A partir do tópico central você fará as ramificações para o lado, desdobrando o assunto com as informações mais relevantes.

E a partir destas ramificações você pode fazer outras, acrescentando mais informações que possam ser úteis.

Lembre-se que quanto mais próximo do centro, mais importantes são as ideias. Então tenha isso em mente na hora de montar seu esquema mental para que as ideias fluam.

Depois de tudo pronto não se esqueça de fazer uma revisão, ver se está tudo certo. Se for necessário, refaça algum ponto, reorganize e aprimore seu trabalho.

Os esquemas mentais podem ser utilizados para quase todas as matérias.

Pesquise modelos para descobrir o que mais te agrada e vá testando!

Ah, e você pode fazer à mão ou, se preferir, no computador.

Existem alguns programas que auxiliam a fazer esses esquemas.

Por exemplo, para fazer mapas mentais, eu uso o MindMeister.

É super simples e prático. Na versão gratuita, é possível fazer até 3 mapas mentais.

Veja este esquema sobre aposentadoria especial do servidor:

 

Veja que o esquema acima foi feito por um designer profissional que compõe minha equipe. Mas você não precisa ser preocupar tanto com a aparência, e sim com o conteúdo e a organização do seu esquema.

Escolha um tema e comece a praticar.

Você vai ver que em pouco tempo estará tirando de letra!

6 – Estabeleça dia e hora para estudar essas matérias

Sim, é muito importante você ter um horário definido para trabalhar qualquer matéria.

De nada adianta a cada dia você estudar em um horário, sem organizar material, sem saber o que vai priorizar naquele dia.

Isso também faz parte do seu treinamento e ajuda o cérebro a se acostumar à rotina de estudos e a criar um padrão para facilitar o seu aprendizado.

A primeira coisa que você tem que fazer é estabelecer um quadro semanal de horários em que constem as matérias a serem estudadas e a quantidade de tempo dedicada a cada uma delas.

Isso tem que estar em um local visível para que você possa sempre ver e se organizar.

É claro que haverá dias em que por algum motivo você não conseguirá cumprir exatamente como o planejado e aí terá que se adaptar.

Isso é comum, não se se desespere.

Só não pode acontecer sempre porque aí atrapalha todo o esquema que você montou.

No início do ano eu comentei sobre quadro e ciclo de estudos, além de outras dicas para você planejar melhor a sua jornada de concursos para 2018, em outro artigo. Se você não conferiu ou quiser rever essas orientações, clique aqui.

E aí, o que você achou dessas dicas?

Você já colocava alguma em prática?

Tem alguma outra sugestão? Compartilhe com a gente nos comentários abaixo!

Pra finalizar, gostaria de fazer uma pergunta pra você:

Empresas públicas e sociedades de economia são muito cobradas em provas de Direito Administrativo. Esse assunto é uma dificuldade para você? Não será mais.

Eu sempre usei uma metodologia simples e eficaz em meus estudos que permite a fácil compreensão e memorização permanente dos conteúdos estudados, até dos temas mais complexos.

Tenho uma AULA COMPLETA GRÁTIS e online, ensinando você a aplicar essa metodologia.

Clique no link a seguir e reserve agora um horário para me assistir:

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Bons estudos e abraços efusivos!


Elyesley Silva
Elyesley Silva

Professor de Direito Administrativo e Constitucional, Coach especialista em produtividade e idealizador do método Tríade da Alta Performance.

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